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Tecnologia & Inovação

Celulares sem WhatsApp a partir de agora. E seus outros aplicativos?

Quando o aparelho para de receber atualizações, o WhatsApp deixa de garantir segurança e bloqueia o envio e recebimento de mensagens. Mas e os outros aplicativos?

Por: Redação ToqueTec

Créditos: Ramon López Calvo/Pixabay

Mesmo que algum app ainda “abra” numa versão antiga, a tendência é ficar sem atualizações e perder compatibilidade

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  • A partir de fevereiro, WhatsApp deixará de funcionar em celulares com Android anterior à versão 5.0 e iOS anterior à 15.1 devido a atualizações de segurança e compatibilidade.
  • Usuários de aparelhos incompatíveis não poderão enviar ou receber mensagens, sendo recomendado fazer backup do histórico de conversas antes do bloqueio.
  • Outros aplicativos como Telegram e Signal podem continuar funcionando, mas também possuem requisitos mínimos de sistema, assim como Instagram e Facebook.

O Brasil é um dos campeões de uso do WhatsApp. Ele parece ter sido incorporado como modelo de contato privilegiado entre amigos, familiares e no trabalho. Mas alguns aparelhos passaram a não poder mais usar o aplicativo. Por que isso acontece? E vai acontecer com outros sistemas de conversas? ToqueTec vai explicar tudo isso para você.

Porque o WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos

O WhatsApp atualiza periodicamente os requisitos mínimos para rodar o aplicativo. A partir de fevereiro, o serviço passa a exigir, como mínimo, Android 5.0 e iOS 15.1. A justificativa é técnica: sistemas antigos deixam de receber correções de segurança do próprio fabricante e não acompanham as mudanças do app (criptografia, performance, novas funções), o que amplia risco de falhas e de exposição de dados. Na prática, é um filtro de segurança: se o seu celular não consegue atualizar para a versão mínima, o WhatsApp corta o acesso. 

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O que acontece com o app que já está instalado

Em aparelhos que ficam abaixo do requisito, o WhatsApp deixa de permitir o envio e o recebimento de mensagens. Em muitos casos, o usuário recebe avisos prévios no próprio aplicativo antes do bloqueio. O app pode até permanecer no aparelho, mas passa a não funcionar corretamente .

E as conversas: ficam salvas?

As suas mensagens não somem da internet por mágica. O ponto é outro: sem um dispositivo compatível, você pode ficar sem acesso ao histórico. Por isso, a recomendação mais segura é fazer um backup antes do corte.

O WhatsApp permite backup do histórico no Android via Google (Google Drive) e no iPhone via iCloud. Com esse backup pronto, você consegue restaurar as conversas em um celular compatível ao migrar sua conta. 

Outros aplicativos de mensagens continuam funcionando?

Em geral, sim — Telegram, Signal e outros mensageiros continuam existindo e podem funcionar. Mas há uma regra parecida: cada app define uma versão mínima de Android/iOS. Em celulares muito antigos, é comum que o usuário fique preso a versões antigas do app ou que nem consiga instalar. O melhor teste é direto: verifique nas configurações do aparelho qual versão do sistema você tem e se ainda recebe atualizações.

E Instagram/Facebook: também param?

Eles têm requisitos próprios e podem parar de atualizar ou até de instalar nesses mesmos aparelhos antigos, especialmente em iPhone. Hoje, por exemplo, a página do Facebook na App Store lista iOS 15.1 como requisito mínimo. Já o Instagram, na App Store, lista iOS 16.3 como requisito mínimo. Ou seja: mesmo que algum app ainda “abra” numa versão antiga, a tendência é ficar sem atualizações e perder compatibilidade.

Os APPs de mensagens estão incorporados no dia a dia dos brasileiros. É importante você observar que eles precisam de um sistema operacional mínimo para funcionar. Nesse caso, também é bom pensar nas compras de celulares usados ou antigos. Muitos deles podem estar próximos do período de desativação. E você ficaria sem seus aplicativos de mensagens em breve.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

Redação ToqueTec

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

11 de fevereiro de 2026

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