A digitalização pode reduzir o tempo necessário para uma aprovação de crédito e ampliar a eficiência das concessionárias e lojas de veículos
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O mercado brasileiro de financiamento de veículos está sendo digitalizado com modelo IaaS que agiliza a originação no ponto de venda.
A QI Tech, após adquirir a Autobanking, oferece infraestrutura integrada da análise de risco à gestão de garantias.
A quarta onda da revolução conversacional usa IA para criar agentes que executam tarefas complexas de ponta a ponta.
Esses agentes contam com novas interfaces e integração a múltiplos serviços, permitindo decisões baseadas no contexto do usuário.
O ToqueTec selecionou as notícias mais quentes do dia e reuniu tudo para você. Confira o DropsTec de 18/08:
Financiamento de carros ganha velocidade com novas tecnologias de crédito
O mercado brasileiro de financiamento de veículos passa por uma transformação impulsionada pela digitalização da infraestrutura de crédito. O modelo de Infrastructure as a Service (IaaS) busca tornar mais ágil a originação de financiamentos diretamente no ponto de venda, reduzindo etapas do processo.
A QI Tech, após a aquisição da Autobanking, passou a oferecer uma infraestrutura que contempla diferentes etapas da operação, da análise de risco à gestão de garantias. A proposta é integrar processos que tradicionalmente dependem de diferentes sistemas e fornecedores.
Na prática, a digitalização pode reduzir o tempo necessário para uma aprovação de crédito e ampliar a eficiência das concessionárias e lojas de veículos. Para o consumidor, a mudança pode significar uma jornada de financiamento mais rápida e com menos etapas.
IA na comunicação: agentes inteligentes avançam para além das respostas
A inteligência artificial está transformando a maneira como as pessoas interagem com a tecnologia. A chamada quarta onda da revolução conversacional amplia esse movimento ao apostar em agentes capazes não apenas de responder a comandos, mas também de executar tarefas complexas de ponta a ponta.
Essa evolução envolve novas interfaces, integrações com diferentes serviços e sistemas capazes de tomar decisões a partir do contexto apresentado pelo usuário. Para as empresas, o desafio passa a ser desenvolver experiências conversacionais que sejam eficientes e capazes de resolver demandas, e não apenas manter diálogos.
A mudança também altera a relação cotidiana com os serviços digitais. À medida que agentes de IA assumem parte das tarefas, a comunicação deixa de ser apenas uma forma de acessar informações e passa a funcionar como uma interface para realizar ações.
Games sob pressão: como as redes sociais mudam a relação entre estúdios e jogadores
A indústria de games, especialmente no segmento de grandes produções, tem enfrentado um escrutínio cada vez maior nas redes sociais. A velocidade com que críticas, avaliações e discussões se espalham cria novos desafios para as desenvolvedoras, que precisam administrar a relação com uma comunidade constantemente conectada.
A Insomniac Games, responsável por Marvel’s Wolverine, demonstrou preocupação com o volume de negatividade nas redes e com a forma como os algoritmos podem ampliar determinados conteúdos. Plataformas como o X transformaram críticas e reações de jogadores em parte permanente da conversa em torno dos lançamentos.
A dinâmica levanta questões sobre os limites da interação entre estúdios e público e sobre os efeitos das redes sociais na formação das expectativas em torno de um jogo. Para as empresas, administrar a comunidade passou a ser tão relevante quanto divulgar o próprio produto.
Apple Watch Series 11 ou Pixel Watch 5: o que muda entre os relógios
A disputa pelo mercado de smartwatches envolve cada vez mais recursos relacionados a saúde, bem-estar e integração com smartphones. Nesse cenário, o Apple Watch Series 11 e o Google Pixel Watch 5 representam as principais apostas de seus respectivos ecossistemas.
Os dois dispositivos combinam recursos de monitoramento de saúde com diferentes níveis de integração aos sistemas operacionais das fabricantes. Sensores, aplicativos e recursos de acompanhamento de atividades fazem parte da estratégia de transformar o relógio em uma extensão do celular.
A comparação entre os modelos passa por aspectos como design, tela, processador, autonomia de bateria e funcionalidades voltadas à saúde. A escolha, porém, também está relacionada ao ecossistema utilizado pelo consumidor e à compatibilidade com outros dispositivos.
One UI 9.5: Samsung prepara mudanças na câmera e no ecossistema Galaxy
A Samsung trabalha em uma nova versão de sua interface para smartphones, a One UI 9.5. Entre as mudanças antecipadas estão ajustes nas animações, alterações visuais e melhorias na integração entre aparelhos Galaxy e computadores com Windows.
A interface da câmera também deve receber modificações, com mudanças na disposição e no acesso a configurações rápidas. A proposta é facilitar o uso de recursos que atualmente exigem mais etapas para serem acessados.
Outro foco está na comunicação entre smartphones Galaxy e notebooks. A Samsung vem ampliando a integração entre seus dispositivos para permitir uma experiência mais contínua entre celular e computador.
Anatel estabelece diretrizes para filtros contra chamadas indesejadas
As chamadas telefônicas em massa estão no centro de novas diretrizes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A agência estabeleceu orientações para a implementação de mecanismos capazes de identificar e reduzir chamadas consideradas abusivas.
As ferramentas podem classificar, identificar, filtrar e bloquear determinados tipos de ligações. A adoção dos mecanismos é facultativa, mas as operadoras que decidirem implementá-los deverão observar princípios como transparência e não discriminação.
A medida pode alterar a forma como chamadas de origem desconhecida são tratadas pelas redes de telefonia. Para o consumidor, a expectativa é de uma redução na quantidade de ligações indesejadas e de maior controle sobre esse tipo de comunicação.
Amazon compra livros raros para treinar IA e reacende debate sobre direitos autorais
O uso de obras protegidas para o treinamento de modelos de inteligência artificial voltou ao centro do debate após a revelação de que a Amazon estaria adquirindo livros raros para digitalizá-los. Segundo informações divulgadas pela imprensa especializada, algumas das obras são desmontadas para que suas páginas possam ser escaneadas.
A prática levanta questões que vão além dos direitos autorais. Livros raros também carregam valor histórico, cultural e material, o que cria um conflito entre a necessidade de grandes volumes de dados para o desenvolvimento de modelos de IA e a preservação de obras físicas.
O caso amplia uma discussão que envolve empresas de tecnologia, autores, editoras e instituições culturais: até que ponto materiais protegidos podem ser utilizados no treinamento de sistemas de inteligência artificial e quais devem ser os limites para esse processo.
Fortnite amplia universo dos games com nova temporada e grandes crossovers
Fortnite prepara uma nova temporada dedicada ao universo dos videogames, com a chegada de personagens de diferentes franquias ao battle royale. Entre os nomes associados ao crossover estão Mega Man, Sonic, Crash Bandicoot e personagens de Kingdom Hearts.
A Epic Games confirmou a temporada, intitulada Override, após uma série de teasers que anteciparam parte das novidades. O trailer completo revelou mais detalhes sobre a colaboração e sobre a participação de personagens conhecidos da indústria.
A estratégia reforça uma característica que se tornou central em Fortnite: transformar o jogo em uma plataforma de encontros entre diferentes franquias, personagens e comunidades. Os crossovers também ajudam a manter o título em circulação nas redes sociais e entre públicos de diferentes gerações.
IA no trabalho: quais habilidades ganham importância com a automação
A expansão da inteligência artificial está modificando tarefas, processos e funções em diferentes setores do mercado de trabalho. Mais do que substituir atividades inteiras, a tecnologia também pode alterar a forma como determinadas profissões são executadas e quais competências passam a ser valorizadas.
Nesse cenário, habilidades relacionadas ao uso de ferramentas de IA, análise de informações, pensamento crítico e adaptação às mudanças tecnológicas ganham relevância. A capacidade de trabalhar em conjunto com sistemas automatizados tende a se tornar parte da rotina de um número maior de profissionais.
A discussão sobre salários e empregabilidade, portanto, não depende apenas do domínio de uma ferramenta específica. O avanço da IA exige uma combinação entre conhecimento técnico, capacidade de interpretação e desenvolvimento contínuo de novas competências.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec