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Tecnologia & Inovação

Banco Central determina fim de publicidade em comprovantes de Pix

A partir de março de 2027, os comprovantes de transações via Pix deverão conter exclusivamente informações essenciais, marcando o fim da veiculação de publicidade e links

Por: Redação ToqueTec

Créditos: Divulgação

A Resolução BCB nº 342, divulgada pelo Banco Central, estabelece que os comprovantes de transações realizadas por meio do Pix devem ser utilizados unicamente para a finalidade de fornecer dados sobre a operação

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  • O Banco Central do Brasil anunciou, em setembro de 2026, nova regra que padroniza os comprovantes de Pix.
  • A medida proíbe a inclusão de publicidade e links externos nos documentos gerados após cada transação.
  • Consumidores receberão apenas dados essenciais – valor, data, hora, identificadores do pagador e recebedor e código da operação.
  • Empresas precisarão ajustar suas estratégias de comunicação, pois não poderão mais divulgar promoções nos comprovantes.

O Pix, sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central do Brasil (BC), consolidou-se como uma ferramenta indispensável no cotidiano dos brasileiros. Presente em transações de todos os portes, desde a compra de um café até o pagamento de contas, sua praticidade o tornou um dos métodos de transferência mais utilizados no País. No entanto, o uso dos comprovantes gerados após cada operação passará por uma mudança significativa. O Banco Central anunciou, em setembro de 2026, uma nova regulamentação que visa padronizar e limpar esses documentos, proibindo a inclusão de publicidade e links externos.

A decisão do Banco Central

A Resolução BCB nº 342, divulgada pelo Banco Central, estabelece que os comprovantes de transações realizadas por meio do Pix devem ser utilizados unicamente para a finalidade de fornecer dados sobre a operação. Isso significa que qualquer tipo de conteúdo promocional, como ofertas de produtos, serviços ou links para websites e redes sociais, será vedado. A medida busca garantir a clareza e a objetividade das informações contidas nos comprovantes, focando na essência da transação financeira.

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O que muda para o consumidor e empresas

Para o consumidor, a principal alteração será a padronização dos comprovantes. Ao receber ou gerar um comprovante de Pix, o usuário encontrará apenas os detalhes relevantes da transação, como valor, data, hora, identificação do pagador e do recebedor, e o código de identificação da operação. Essa simplificação pode contribuir para uma experiência mais limpa e direta, sem distrações ou informações adicionais que não se relacionem diretamente com o pagamento.

Já para as empresas, a mudança implica em uma adaptação das estratégias de comunicação e marketing. Muitas companhias utilizavam o espaço nos comprovantes de Pix para divulgar promoções, programas de fidelidade ou direcionar clientes para seus canais digitais. Com a nova regra, essas práticas não serão mais permitidas. As instituições financeiras e de pagamento precisarão garantir que seus sistemas estejam em conformidade com a determinação do Banco Central até a data limite estabelecida.

Impacto no marketing digital

A decisão do Banco Central reflete uma tendência de maior controle sobre a forma como as informações são apresentadas ao consumidor em canais oficiais de transação. Embora o comprovante de Pix não seja um canal primário de marketing, ele representava um ponto de contato adicional para algumas empresas. Com a proibição, as companhias precisarão reavaliar onde e como inserem suas mensagens promocionais, buscando outros meios para engajar seus clientes. A medida reforça a ideia de que documentos transacionais devem ser estritamente informativos, separando a comunicação financeira da publicidade.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

Redação ToqueTec

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

6 de setembro de 2026

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