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Tecnologia & Inovação

Mark Wahlberg vê a inteligência artificial como aliada para o cinema e sua própria “imortalidade”

O ator e investidor expressa sua visão sobre o uso da tecnologia para aprimorar produções cinematográficas e considera a possibilidade de um clone digital para perpetuar seu legado

Por: Redação ToqueTec

Além de discutir o uso da IA na produção de filmes, Mark Wahlberg abordou um tópico ainda mais futurista e pessoal a criação de um clone digital de si mesmo

Créditos: Steve Granitz/FilmMagic

Além de discutir o uso da IA na produção de filmes, Mark Wahlberg abordou um tópico ainda mais futurista e pessoal a criação de um clone digital de si mesmo

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  • Mark Wahlberg declarou no TechCrunch Disrupt que vê a inteligência artificial como aliada na produção cinematográfica.
  • O ator afirma que a IA pode aprimorar aspectos visuais, como cenários, sem substituir a atuação humana.
  • Ele pretende aplicar a tecnologia no próximo filme biográfico sobre Pete Rose para reduzir custos e melhorar a ambientação.
  • Wahlberg também cogita um clone digital para perpetuar seu legado, estabelecendo limites ao uso da IA.

A discussão sobre o papel da inteligência artificial na indústria cinematográfica tem gerado debates intensos em Hollywood. Em meio a essa polarização, o ator e empreendedor Mark Wahlberg compartilhou sua perspectiva, defendendo o uso da IA como uma ferramenta de aprimoramento, desde que a essência da narrativa humana e a atuação não sejam comprometidas. Wahlberg também revelou uma surpreendente abertura para a criação de uma versão digital de si mesmo, que poderia continuar seu trabalho e legado no futuro.

A inteligência artificial como ferramenta de aprimoramento

Durante sua participação no evento TechCrunch Disrupt, Wahlberg detalhou como a inteligência artificial pode ser aplicada de maneira construtiva no cinema. Ele mencionou a possibilidade de utilizar a tecnologia para otimizar aspectos visuais em seu próximo filme biográfico sobre Pete Rose, onde interpretará o papel principal. O ator explicou que a IA poderia ser empregada para “aprimorar o cenário do estádio”, por exemplo, em uma produção que envolve custos elevados.

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No entanto, Wahlberg estabeleceu um limite claro para o uso da IA. Ele enfatizou que a tecnologia não deve substituir a criatividade humana na concepção de roteiros ou na atuação. “Não acho que você deva simplesmente colocar uma ideia no ChatGPT e ele gerar um roteiro, e então você ir e produzir isso sem usar atores reais”, afirmou. Para ele, a IA deve servir como um complemento, uma ferramenta que eleva o potencial das produções existentes, em vez de ser um substituto para o talento humano fundamental.

O ator, conhecido por filmes com grandes efeitos visuais, como Jurassic Park e Mar em Fúria (Perfect Storm), ressaltou que a essência do cinema reside na contação de histórias. Ele expressou uma paixão maior por narrativas autênticas do que por filmes excessivamente focados em efeitos especiais, mesmo reconhecendo o avanço tecnológico que essas produções representaram em suas épocas.

Um legado digital: a ideia do clone de IA

Além de discutir o uso da IA na produção de filmes, Mark Wahlberg abordou um tópico ainda mais futurista e pessoal: a criação de um clone digital de si mesmo. Questionado sobre a CAA Vault, uma instalação da Creative Artists Agency que permite a atores digitalizar seus corpos, rostos, movimentos e vozes para criar réplicas de IA, Wahlberg demonstrou interesse na ideia, apesar de ainda não ter visitado o local.

O ator vê valor na possibilidade de que, no futuro, seus filhos ou netos possam gerenciar sua imagem e semelhança digital, permitindo que ele “participe” de novos filmes mesmo após sua aposentadoria ou ausência. “Seria interessante ver para onde as coisas vão”, comentou Wahlberg, imaginando um cenário onde sua representação digital poderia continuar a atuar em produções de qualidade.

Ele estendeu essa visão para projetos em andamento, como sua série animada Ted. Wahlberg não se oporia a que a série continuasse por décadas com uma versão de IA de sua imagem, caso ele não pudesse mais participar ou não estivesse mais presente. “Acho legal se eu não puder mais fazer isso ou não existir, e se puder continuar e as pessoas quiserem ver, acho que seria interessante ver para onde as coisas vão”, disse. Para o ator, se há uma audiência real para determinado conteúdo, as pessoas deveriam ter o direito de acessá-lo, mesmo que por meio de representações digitais de artistas.

A perspectiva de Wahlberg reflete uma visão que equilibra a inovação tecnológica com a preservação da arte e do legado pessoal, sugerindo um futuro onde a IA pode não apenas aprimorar o entretenimento, mas também estender a presença e a contribuição de artistas de maneiras inéditas.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

Redação ToqueTec

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

18 de outubro de 2026

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