Tecnologia & Inovação
BBB 2012 a 2016: quando o celular virou o centro da rotina do lar?
Da vitória de Fael ao surgimento do vídeo curto, estes anos mostram como tela, segurança e conexão passaram a organizar a casa
Créditos: Divulgação/Reprodução TV Globo
Juliette, a campeã do BBB21
Em 2021, muita gente já tinha aprendido a viver com trabalho remoto, videochamadas e entretenimento sob demanda. O BBB 21 só deixou isso mais visível: torcer virou rotina de várias telas ao mesmo tempo, com TV ligada, celular na mão e, muitas vezes, notebook aberto. No ToqueTec, olhar para as edições de 2021 a 2025 é um jeito direto de entender como o lar se transformou em base de operação digital, com novas exigências de conforto, conectividade e organização.
A cada temporada, a tecnologia muda um detalhe que parece pequeno, mas altera hábitos: um 5G mais disponível, um dobrável que vira mini tablet, uma câmera melhor no escuro, um cabo padronizado, uma IA que resume informação e um “cérebro” doméstico que tenta unificar tudo sem exigir dezenas de aplicativos.
Juliette venceu o BBB 21 com aprovação histórica e virou fenômeno na internet. A torcida se organizou em mutirões, lives e comentários em tempo real. Isso aconteceu, em geral, dentro de casa: pausas do home office, momentos entre tarefas domésticas e a busca por “desligar” no fim do dia, sem realmente sair das telas.
Na tecnologia, 2021 marca a consolidação de dobráveis como Galaxy Z Fold3 e Z Flip3 e a evolução do iPhone 13 com melhorias em foto noturna e conectividade. No lar, a ideia de “um aparelho para vários usos” ganhou força: ler notícia na mesa, ver receita na cozinha, atender chamadas no quarto e assistir ao reality no sofá. A casa passou a acomodar esse trânsito sem estranhamento, o que também aumentou a necessidade de wi-fi estável e pontos de tomada bem posicionados.
O BBB 22 consolidou a dinâmica em que o programa passa na TV, mas “explode” nas redes e em grupos de mensagem. A rotina doméstica misturou pay-per-view, cortes, análises em vídeo e consumo de streaming, tudo costurado pelo celular.
A planilha aponta dobráveis de segunda geração, como Galaxy Z Fold4 e Flip4, mais confiáveis para uso prolongado, e a família iPhone 14 com refinamentos em vídeo e estabilidade. O resultado, em casa, foi um smartphone ainda mais central: dividir tela entre lista de compras e app do mercado, revisar orçamento doméstico, acompanhar câmera de segurança, alternar entre chat e vídeo. O lar começou a “conversar” com o bolso o tempo todo, com notificações de entrega, pagamentos, lembretes e alertas.
Amanda venceu o BBB 23 com prêmio recorde, em um ambiente já dominado por recortes, memes e comunidades digitais. Do lado tecnológico, 2023 ganhou cara de virada por três motivos: iPhone 15 migrando para USB-C, dobráveis e celulares com IA mais presente (como Galaxy Z Fold5 e Pixel 8) e a popularização de ferramentas de produtividade com IA, como Copilot no ecossistema Office e Gemini nos serviços Google.
No lar, isso mexeu no básico. O USB-C reduziu o “ninho de cabos” e simplificou carregadores em mesa, cabeceira e home office. Já a IA apareceu como atalho para organizar a vida: rascunhar lista da semana, estruturar planilha de gastos, resumir contrato de serviço, montar agenda familiar. A casa ganhou um novo tipo de “ajudante”: não é eletrodoméstico, mas um apoio para lidar com excesso de informação e reduzir tempo gasto com burocracia.
O BBB 24 terminou com a vitória de Davi Brito e reforçou a lógica de consumo em múltiplas telas. Na planilha, 2024 destaca recursos de IA integrados ao sistema do celular, como Galaxy AI, e a tendência de IA embarcada também em iPhones, além da chegada de eletrodomésticos com funções inteligentes mais claras, como fornos capazes de sugerir ajustes automáticos.
A cozinha vira um bom termômetro dessa fase porque reúne afeto, rotina e pressão de tempo. Quando um aparelho ajuda a acertar ponto de preparo, reduzir erros e liberar atenção, o bem-estar aparece de forma concreta: menos estresse, menos retrabalho, mais tempo para estar com a família. No celular, funções como transcrição, resumo e reorganização de listas também entram na rotina doméstica: conversa com prestador de serviço, reunião de condomínio, planejamento de compras e pequenas reformas.
Em 2025, o debate sai do “qual app eu uso” e entra no “qual sistema coordena minha casa”. A planilha descreve ecossistemas de Home AI: conjuntos de dispositivos que tentam gerenciar energia, segurança e rotinas a partir de um núcleo inteligente, reduzindo comandos manuais e integrando marcas e funções.
Na prática, isso aponta para uma casa que se autorregula: iluminação por horário, climatização por presença, otimização de consumo e alertas de segurança no mesmo ambiente de controle. A promessa é diminuir a fricção do dia a dia. O desafio é outro: confiança, transparência e privacidade. Quanto mais a casa aprende, mais importante fica saber o que está ligado, o que grava, o que compartilha e como desligar sem esforço.
Entre 2021 e 2025, o BBB ajuda a enxergar uma mudança silenciosa: o lar deixou de ser só cenário de descanso e virou infraestrutura digital. O bem-estar doméstico, agora, inclui sofá e silêncio, mas também conexão estável, organização de cabos, limites de notificação e escolhas conscientes para que a tecnologia reduza o trabalho — sem transformar a casa em mais uma fonte de ruído.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec
11 de janeiro de 2026Tecnologia & Inovação
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