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Lar Inteligente

Google cria closet virtual com IA inspirado em As Patricinhas de Beverly Hills

Recurso do Google Fotos transforma fotos de roupas em um armário digital e permite combinar peças virtualmente; novidade já está disponível no Brasil

Por: Redação ToqueTec

Créditos: Reprodução

O guarda-roupa físico continua no armário, mas sua representação digital passa a acompanhar o usuário no celular

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  • Google lançou no Google Fotos um recurso de closet virtual que usa IA para identificar roupas nas fotos dos usuários.
  • A ferramenta cria cópias digitais das peças, permite organização por categorias e combinações virtuais.
  • O recurso está disponível para Android e iOS nos Estados Unidos, Brasil e Índia.
  • O Google garante que as informações sobre roupas e hábitos de vestimenta não são compartilhadas com terceiros.

O closet virtual de Cher, personagem de As Patricinhas de Beverly Hills (Clueless), deixou de ser apenas uma ferramenta fictícia do cinema. O Google passou a oferecer um recurso semelhante no Google Fotos, usando inteligência artificial para transformar fotos dos looks do usuário em uma espécie de guarda-roupa digital. A novidade está disponível para usuários de Android e iOS nos Estados Unidos, Brasil e Índia.

Anunciada pelo Google no início de 2026, a ferramenta começou a chegar aos usuários de Android em junho e agora amplia a disponibilidade para todos os usuários dos dois sistemas. A proposta é usar a própria biblioteca de fotos como ponto de partida para criar uma versão digital das roupas que fazem parte do guarda-roupa.

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Do filme dos anos 1990 para o celular

No filme de 1995, Cher utiliza um computador para visualizar virtualmente suas roupas e montar combinações antes de escolher o que vestir. Mais de três décadas depois, o conceito ganha uma versão baseada em inteligência artificial e integrada a um aplicativo que já concentra fotos pessoais.

A tecnologia identifica as peças presentes nas imagens e cria uma cópia digital do guarda-roupa. Os itens podem ser organizados por categorias, como blusas, partes de baixo e joias, facilitando a visualização do que já aparece nas fotos do usuário.

A partir daí, também é possível combinar diferentes peças virtualmente para criar novas produções. Em vez de depender apenas da memória para lembrar quais roupas estão no armário, o usuário pode consultar a coleção digital e experimentar combinações pelo celular.

Segundo o Google, as informações relacionadas às roupas e aos hábitos de vestimenta não são compartilhadas com terceiros, incluindo varejistas. A empresa não detalhou, nos tópicos divulgados, quais modelos de inteligência artificial são utilizados especificamente para reconhecer e organizar as peças.

Google amplia ferramentas de edição com IA

O closet virtual chega acompanhado de outras novidades para o Google Fotos. Entre elas está o Gemini Spark, que permite selecionar, clarear e compartilhar fotos usando um único comando. Nos Estados Unidos, a ferramenta de edição por comando exige uma assinatura Google AI Pro ou Ultra.

O aplicativo também recebe uma versão aprimorada do Markup, recurso de marcação que permite fazer alterações diretamente nas imagens. Entre as novidades estão a possibilidade de borrar informações sensíveis, como placas de veículos, ajustar a espessura dos desenhos e escolher diferentes fontes para inserir textos nas fotos.

Usuários de Android também passam a contar com os filtros “Moods”, que aplicam estilos inspirados em diferentes estéticas fotográficas. Entre as referências estão o visual de filmes 35 mm e o aspecto característico das câmeras digitais dos anos 2000.

Outra novidade são novos templates do Remix, que usam inteligência artificial para transformar fotos. Com o conjunto de recursos, o Google Fotos amplia o papel do aplicativo: além de armazenar imagens, a plataforma passa a atuar como ferramenta para organizar, editar e reinterpretar o conteúdo da biblioteca pessoal.

A ideia do closet virtual segue essa mesma lógica. O guarda-roupa físico continua no armário, mas sua representação digital passa a acompanhar o usuário no celular — em uma tecnologia que, curiosamente, lembra uma das ferramentas mais marcantes da cultura pop dos anos 1990.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

Redação ToqueTec

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

27 de setembro de 2026

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