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Saúde & Bem-Estar

Speechify: quando a dislexia vira motor de um app que “lê” por você

Um criador que sempre teve dificuldade para decodificar texto transformou o próprio obstáculo em produto

Por: Redação ToqueTec

Créditos: Pixabay

Em um mundo conectado correr no parque ou na academia pode ser um ambiente para ouvir um livro, as matérias da faculdade ou os documentos do trabalho.

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  • Cliff Weitzman, disléxico, fundou o Speechify, um aplicativo de texto-para-fala, após dificuldades de leitura na infância e durante seus estudos na Brown University.
  • O Speechify converte textos em áudio, com recursos como controle de velocidade e digitalização, disponível em diversas plataformas (iOS, Android, web).
  • Além do Speechify, o mercado oferece alternativas como NaturalReader, ElevenReader e Voice Dream Reader, além de recursos nativos em dispositivos Apple, Android e Microsoft.

Criações e inovações sempre surgem para resolver problemas identificados. Diz-se que um produto tem sucesso quando resolve uma dor do mercado. Às vezes a dor pessoal se transforma em ação e produtos ou serviços. Essa é a história de Cliff Weitzman, fundador e CEO da Speechify, um dos apps de leitura em voz alta mais populares do mundo, criado a partir de sua experiência com dislexia.

Desde criança, ele teve grande dificuldade para ler e recorria a audiolivros para acompanhar os estudos, ouvindo repetidamente obras extensas. Na Brown University, estudou Engenharia Mecânica e Ciência da Computação e começou a desenvolver soluções tecnológicas voltadas à acessibilidade. A Speechify surgiu quando ele passou a converter textos acadêmicos em áudio para conseguir estudar melhor. 

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O projeto cresceu até se tornar plataforma global de texto-para-fala, voltada a pessoas com dislexia e outras dificuldades de leitura. Reconhecido em listas como a Forbes 30 Under 30, Cliff defende o uso da tecnologia para democratizar o acesso ao conhecimento e costuma dizer que sua missão é ser a pessoa que ele mesmo precisou quando era criança.

O Speechify é um app de text-to-speech (TTS) que transforma textos (artigos, PDFs, documentos e trechos copiados) em áudio, com controle de velocidade e escolha de vozes. Ele combina leitura em voz alta com recursos como digitalização e camadas de IA para sumarização e chats, dependendo do plano.

Outra característica que valoriza o APP é o fato dele não ser de uso exclusivo em celulares. Ele opera em iPhone/iPad, Android, Mac, web e extensões de navegador (Chrome/Edge), o que facilita para quem alterna estudo no computador e escuta no trajeto.

O uso do Speechify tem avançado muito em muitos outros campos. Em um mundo conectado correr no parque ou na academia pode ser um ambiente para ouvir um livro, as matérias da faculdade ou os documentos do trabalho.

Alternativas e recursos nativos

A categoria de leitores cresceu nos últimos anos e existem muitas opções disponíveis. Aqui vão alguns deles:

NaturalReader

O NaturalReader é um leitor de PDFs e documentos com app móvel, web app e extensão. Tem compatibilidade com formatos (PDF, DOCX, PPTX etc.), OCR para imagens e um filtro para pular elementos repetitivos.

ElevenReader

Ele é interessante para quem quer qualidade de voz e escuta longa (trajeto, treino, tarefas domésticas), sem necessariamente precisar de um ecossistema de extensões.

Voice Dream Reader

O Voice Dream Reader é tradicional no universo de acessibilidade e leitura assistida no iOS, com recursos como destaque de texto, anotações e suporte a múltiplas fontes/formatos.

Antes de assinar qualquer coisa, há soluções embutidas que resolvem o básico:

  • Apple (Spoken Content / “Falar Tela”): o iPhone pode ler texto da tela e seleções via recursos de Acessibilidade.
  • Google Reading Mode (Android): app gratuito de acessibilidade que inclui leitura com TTS e redução de “poluição” visual da página.
  • Microsoft Immersive Reader (Edge/Office/Teams etc.): ferramenta gratuita integrada a produtos Microsoft, com leitura em voz alta e ajustes de apresentação do texto.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

Redação ToqueTec

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

24 de fevereiro de 2026

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