Vários smartwatches contemplam as funções relativas a exercícios de musculação. No entanto, é preciso ficar atento ao fato deles exigirem uma interface de atualização manual. É preciso unir a tecnologia à disciplina de atualizações.
00:00
A+A-
Ex-engenheiros da Tesla criaram pulseira Fort para monitorar musculação, com pré-venda a US$ 289 e lançamento previsto para o 3º quadrimestre.
Dispositivo usa acelerômetro e giroscópio para identificar exercícios, contar repetições e séries automaticamente.
No Brasil, a Amazfit oferece modelos como Active 2 (R$ 700) e T-Rex 3 (R$ 1.500) com detecção de 25 exercícios de força.
Smartwatches em geral medem frequência cardíaca, tempo de treino e geram histórico, mas exigem atualização manual frequente.
A musculação sempre foi mais difícil de medir do que corrida e caminhada. No treino de força, não há GPS para provar desempenho. O que importa é série, repetição, descanso, amplitude de movimento, cadência e esforço perto da falha. É esse pacote que novos dispositivos tentam transformar em métricas automáticas com resultados que variam bastante conforme sensor, software e o tipo de treino.
Fort: a pulseira que quer “entender” musculação sem planilha
O Fort é uma pulseira sem tela, desenhada para acompanhar treino de força e automatizar o que normalmente exige registro manual. Ele foi desenvolvido por ex engenheiros da Tesla que criaram uma startup, o produto tem pré-venda anunciada por 289 dólares com lançamento previsto para o terceiro quadrimestre deste ano.
A aposta em diferenciação e precisão é o negócio da Fort. A pulseira capta movimentos com acelerômetro e giroscópio, além de sinais fisiológicos. O objetivo é identificar padrões de exercícios, contar repetições, séries e gerar relatórios. Mas o desafio está no detalhe. Variações na execução e utilização de máquinas ao invés de exercícios livres exigem uma leitura extremamente qualificada, nem sempre fácil de identificar.
O lançamento, com a menção que apareceu em diversos lugares como “a pulseira da Tesla” deu ao produto uma grande divulgação global. Mas existem marcas conhecidas que fazem trabalhos similares. A maior parte do acompanhamento de musculação está nos smartwatches e nos apps que estruturam o treino. Em geral, eles fazem bem três coisas:
medir frequência cardíaca, tempo e pausas;
registrar treino com repetições/séries (com correção manual quando necessário);
gerar histórico, carga total e consistência semanal.
O que muda entre marcas é o quanto o relógio “entende” o exercício sozinho — e o quanto o usuário precisa completar depois.
Entre as opções mais acessíveis no Brasil, a Amazfit vem ganhando espaço por combinar hardware competitivo com o app Zepp, que organiza dados de treino e entrega recursos específicos para força. A marca pertence à Zepp Health (Huami) e mantém parceria de longa data com a Xiaomi para wearables, incluindo desenvolvimento e fabricação de produtos em algumas linhas.
Nos modelos mais recentes, a proposta é clara: detecção automática de exercícios, contagem de reps/séries/descanso e visualização do treino por grupos musculares no Zepp. A marca garante que o modo de musculação pode identificar 25 exercícios, contar repetições, séries e descanso, e que o Zepp permite revisar progresso e quais músculos foram treinados recentemente.
A linha que costuma aparecer como indicada na relação de custo/benefício. Aqui vão alguns modelos para você avaliar:
Amazfit Active 2: o produto de entrada da linha, com preço ao redor de 700 reais.
Amazfit T-Rex 3: com variação de esportes, inclui treino de força e preço ao redor de 1.500 reais.
Vários smartwatches contemplam as funções relativas a exercícios de musculação. No entanto, é preciso ficar atento ao fato deles exigirem uma interface de atualização manual. É preciso unir a tecnologia à disciplina de atualizações.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec